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Café do Trabalhador de Volta Redonda serve 127 mil refeições em 2024

Por Redação
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Diariamente são disponibilizados 500 kits compostos por pão com manteiga, café (com leite ou puro) e fruta, por apenas R$ 0,50

Há pouco mais de um ano, os moradores de Volta Redonda podem contar com um café da manhã composto por pão com manteiga, café (com leite ou puro) e fruta por apenas R$ 0,50.

Diariamente são disponibilizados 500 kits compostos por pão com manteiga, café (com leite ou puro) e fruta, por apenas R$ 0,50

Há pouco mais de um ano, os moradores de Volta Redonda podem contar com um café da manhã composto por pão com manteiga, café (com leite ou puro) e fruta por apenas R$ 0,50. Isso graças à parceria da Prefeitura de Volta Redonda, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social (Smas), com o Governo do Estado, através da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos. O serviço fecha o ano de 2024 com 127 mil kits servidos.

A iniciativa faz parte da política de combate à fome e tem como objetivo fornecer um café da manhã balanceado e nutritivo para os trabalhadores que estão a caminho de suas jornadas diárias. Além do Café do Trabalhador, o município oferece outro serviço que garante a segurança alimentar à população: o Restaurante Popular. No local são servidas duas refeições diárias, com café da manhã e almoço, a preços populares.

O Café do Trabalhador funciona em um quiosque perto da passarela de acesso à Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), em frente à Praça Juarez Antunes, na Vila Santa Cecília. O espaço oferece o serviço de segunda a sexta-feira, das 6h às 9h, ou até acabarem os 500 kits diários de café da manhã.

De acordo com a secretária municipal de Assistência Social, Rosane Marques, o Café do Trabalhador veio para completar a rede de assistência do município no combate à fome.

“Essa parceria é muito importante para a nossa cidade. Através do Café do Trabalhador, é possível que nosso cidadão comece o dia devidamente alimentado e com mais disposição. Muitos não conseguem fazer a refeição por conta do tempo corrido, e outros por falta de condições financeiras mesmo. Através dessa iniciativa, eles obtêm alimentos nutritivos e com um preço acessível”, ressaltou a secretária.

Foto de Cris Oliveira – Secom/PMVR.



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