Faperj apoia pesquisa realizada no Instituto Estadual do Cérebro
Os achados foram viabilizados pela biópsia líquida por PCR digital - realizada com a coleta de sangue de um paciente com esse tipo de tumor cerebral. A técnica é menos invasiva e esse exame de PCR digital, utilizando gotas de plasma de pacientes, pode ser utilizado na identificação dessa e de out...
Os achados foram viabilizados pela biópsia líquida por PCR digital – realizada com a coleta de sangue de um paciente com esse tipo de tumor cerebral. A técnica é menos invasiva e esse exame de PCR digital, utilizando gotas de plasma de pacientes, pode ser utilizado na identificação dessa e de outras possíveis e raras mutações.

Os achados foram viabilizados pela biópsia líquida por PCR digital – realizada com a coleta de sangue de um paciente com esse tipo de tumor cerebral. A técnica é menos invasiva e esse exame de PCR digital, utilizando gotas de plasma de pacientes, pode ser utilizado na identificação dessa e de outras possíveis e raras mutações. O estudo envolveu as equipes de neuroendocrinologia da médica Monica Gadelha, a de neuropatologia com a especialista Leila Chimelli, e foram lideradas pelo médico Paulo Niemeyer Filho.
– Quando as biópsias tumorais são difíceis de serem obtidas como no caso de tumores cerebrais, essa opção de biópsia líquida, que descrevemos, é uma importante conquista tanto para medicina, como para ciência e também para o paciente, pois pode ser uma forma menos invasiva de detecção de um tumor cerebral, afirma Moura Neto.
O pesquisador ainda explica que a conquista deste estudo representa uma nova oportunidade para a comunidade científica na investigação de outros potenciais impactos de mutações dessa proteína em tumores hipofisários, uma vez que este tumor pode também estar associado com crescimento de adenoma, invasividade e prognóstico da doença.





