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Moskow

 Dia da Imunização: a vacina na erradicação e no controle de doenças 

 

Instituído pelo Ministério da Saúde para alertar sobre a importância das vacinas, o Dia Nacional da Imunização foi celebrado nesta quarta-feira, dia 9, num cenário que ressalta o contexto da pandemia e reforça a importância da campanha de combate à Covid-19.

 

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Entre os grandes avanços mundiais na área da saúde, a erradicação, em todo o território nacional, de doenças infecciosas como a poliomielite (paralisia infantil) e a varíola se deu graças aos esforços e à dedicação de sanitaristas e infectologistas. A invenção das vacinas significou uma revolução na saúde pública ao proteger a população de várias doenças.

 

No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS), por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI), garante o acesso gratuito a 19 vacinas, que protegem contra mais de 40 doenças. Criado pelo Ministério da Saúde em 1973 com o objetivo de oferecer todas as vacinas com qualidade à população que nasce no país, o PNI foi institucionalizado em 1975.

 

Em 1977, o primeiro Calendário Nacional de Vacinação trazia como obrigatórias quatro vacinas no primeiro ano de vida: a BCG, contra tuberculose; a vacina oral contra a poliomielite (VOP); a vacina contra Difteria, Tétano e Coqueluche (DTP); e a vacina contra o sarampo. Ainda na lista de doenças com prevenção por meio da vacinação estão meningite, caxumba, rubéola, hepatites virais, gripe, pneumonia, tuberculose e febre amarela.

 

- Sempre reforçamos que é necessário que a população fique atenta às campanhas e compareça aos postos de saúde para se vacinar. A vacina contra a gripe, por exemplo, é tão importante quanto a da Covid-19 porque ajuda a prevenir os casos graves e óbitos de julho a setembro, período de sazonalidade da doença no Brasil – esclarece o subsecretário de Vigilância e Atenção Primária à Saúde Mário Sérgio Ribeiro.

 

O subsecretário alerta, ainda, para a importância do cumprimento do esquema vacinal na imunização contra a Covid-19:

 

- É importantíssimo que as pessoas retornem aos postos de saúde para tomar a segunda dose e completar esse ciclo. Somente dessa forma haverá a garantia de imunização contra a doença. Mesmo para aqueles que já tomaram as duas doses, é recomendado manter os protocolos sanitários, tais como o uso de máscaras, higienização das mãos e evitar aglomerações.

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