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Por Giovanni Nogueira

Árbitro Auxiliar é favorito para atuar na decisão do torneio disputado na Rússia

     Se a seleção brasileira está fora da Copa, o país pode comemorar o fato de ter o trio de árbitros favorito para comandar a final da Copa do Mundo de futebol na Rússia. Liderado pelo experiente árbitro Sandro Meira Ricci, Marcelo Van Gasse terá ao seu lado o também assistente, popularmente chamados de "bandeirinhas", Emerson Augusto de Carvalho.

Marcelo Van Gasse (1º esq.) ao lado do goleiro francês Lloris em partida da Copa de 2014

     Dentre os 36 árbitros e 63 auxiliares que atuam na competição, o trio é cotado por dois motivos principais, pela desclassificação do Brasil e pelas ótimas atuações sem nenhum erro de arbitragem. Eles só são ameaçados por um trio do Irã, que também fez boas participações. De acordo com o ex-árbitro Sálvio Spniola, talvez o iraniano Alireza Feghani tenha uma leve vantagem por fazer ótima Copa e ser de uma confederação neutra.

     Assim, o Comitê de Arbitragem da Fifa selecionou 12 nomes, sendo que alguns já vão apitar os jogos das semi-finais. Os brasileiros têm ido bem e já participaram de três partidas na Copa: Croácia 2 x 0 Nigéria, pela primeira rodada do grupo D; Dinamarca 0 x 0 França, pela terceira rodada do Grupo C; e Rússia 2 x 2 Croácia, pelas quartas de final, onde foram muito bem e se candidataram de vez para a decisão.

EXPERIÊNCIA

     A experiência adquirida anteriormente é um dos fatores que colocam os profissionais em evidência. O trio já havia representado o Brasil na Copa de 2014 e foram listados entre os 18 árbitros do quadro da Conmebol (América do Sul) escalados para trabalhar no Mundial em solo russo.

     Os outros cinco trios sul-americanos do apito escolhidos para a Copa são do Chile, do Paraguai, do Uruguai, da Argentina e da Colômbia. A
Uefa, conforme já era esperado, é a confederação continental representada pelo maior número de árbitros, com 30 ao total entre juízes e
auxiliares.

Marcelo, à esquerda, ladeado por Sandro Meira Ricci

PREPARAÇÃO DESDE 2014

     A Fifa já havia destacado que o processo de preparação dos juízes começou já em setembro de 2014, inicialmente com um grupo de 53 trios selecionados ao redor do mundo, formando 159 nomes ao total. Para escolher os 99 selecionados para a Copa, a Fifa levou em conta "as habilidades e personalidades de cada árbitro, assim como o seu nível de entendimento do futebol e capacidade para ler o jogo e as várias táticas empregadas pelas equipes".

     Em 2014, próximo a participar da Copa do Brasil, Marcelo em entrevista ao Globo Esporte destacou sobre o entrosamento do trio.

     - Na minha vida internacional fiz cinco torneios, quatro com o Sandro. Com o Emerson, trabalho em vários jogos da Federação Paulista. Temos um entrosamento, um conhecimento fora do campo, somos amigos. Sou árbitro há 14 anos, não cheguei neste ponto de uma hora para outra. Acredito que observaram o meu trabalho, especialmente nos Mundiais em 2013, e por isso me deram a chance. Estou feliz de ter a oportunidade de estar em uma Copa do Mundo. O futebol é uma potência, é um evento que será visto por todos – comentou.

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